terça-feira, 5 de maio de 2009

O poder da confiança


Em algum lugar existiu um lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.

Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses; e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; portanto, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança.

O lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam: - “Lenhador abra os olhos ! A raposa vai comer seu filho.” “ Quando ele sentir fome vai comer o seu filho!”

Um dia o lenhador exausto do trabalho e muito cansado desses comentários ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada... o lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado encontrou seu filho no berço dormindo tranqüilamente e ao lado do berço uma cobra morta.
O lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos. Nesse lugar nasceu uma linda árvore que jamais seria cortada...
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito... siga o seu caminho e não se deixe influenciar... não vale a pena.

Quem comeu minhas bolachas??



Era uma vez uma moça que estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas pelo seu vôo, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Comprou também um pacote de bolachas.
Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada.
Apenas pensou: "Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse!!! A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia nem reagir.Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: "O que será que este abusado vai fazer agora?"Então o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela.Ah!!! Aquilo era demais!!! Ela estava bufando de raiva! Então, ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.
Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar uma bala, e, para sua surpresa, o pacote de bolachas estava lá... ainda intacto, fechadinho!!! Ela sentiu tanta vergonha! Só então ela percebeu que a errada era ela, sempre tão distraída!Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas, dentro da sua bolsa... O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele.E já não havia mais tempo para se explicar... nem para pedir desculpas...Refletindo: Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo as bolachas dos outros, e não temos a consciência disto? Há quem proceda de forma muito diferente da que nós gostaríamos.
Isso tira a nossa calma e nos dá a impressão de que ninguém faz nada certo.
Antes de concluir, observe melhor!Talvez a coisas não sejam exatamente como você pensa!Não pense o que não sabe sobre as pessoas.

Aprenda seu valor!!



O pote rachado!!!

Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente. O carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer. Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço:
- Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas.- Por quê ? Perguntou o homem. De que você está envergonhado ?- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou: - Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado ? Eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. Lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Se você não fosse do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa. Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os conhecermos, eles poderão causar beleza.
"Das nossas fraquezas, podemos tirar forças."

O que sou?? O que você é??


As vezes acho que sou uma eterna apaixonada, não sei.. tem dias que acordo pensando em alguem e morrendo de amor por esta tal pessoa, e nem to especificando ninguem, na verdade fui direta ao falar pessoa, pois me conhecendo eu poderia acordar apaixonada pelo pacote de salgadinho que a minha irmã estava comedo no dia anterior..e provavelmente eu ia querer ficar ligando pra ele ou passar o dia com essse tal pacote de salgadinho..hehehe

Bom mas não fujindo do assunto quando me sinto assim,surge dentro de mim um turbilhao de idéias,pensamentos e sentimentos confusos.

Afinal, o que é o amor,ou o que é amar?? A felicidade é constante ou ela é momentanêa??

Aiii meu Deus quantas duvidas e nem uma posso esclarecer... Mas sei la derrepente se eu entendesse a vida os sentimentos o destino se eu tivesse sempre as respostas de tudo, qual seria a graça de viver??

Hoje estou naquele dia apaixonada por tudo e por todos, naquele dia que eu choro ate de ver um comercial de ração pra cachorro na tv...

Estou sencivel e é ate engraçado eu me encontrar nesse estado ja que eu sou mais turrona, mas confesso que quando estou assim "derretida" fico com um olhar muito mais analitico para as coisas que me cercam edou mais valor para as coisas que possuo e as que quero possuir.

E afinal de contas, quem nunca se sentiu assim né???


Pensando bem em tudo isso chego ate a conclusão de que essa é a minha caracteristica, não é que estou assim é que sou assim... E quando me vem a cabeça aquela pergunta que geralmente a gente sabe mas não sabe como falar...Quem sou eu??
vc sabe responder essa pergunta?? Quem é vc??
certo que vc sabe quem vc é, do que vc é capaz e do que não é, mas por mais que vc se esforce para responder voce podera ainda esquecer de algum detalhe. è estranho mas as vezes as pessoas sabem mais da gente do que nós mesmos...
Eu nem sei se eu expliquei se eu confundi mais a minha cabeça só sei que era isso que eu tinha pra exteriorar... E agora vo indo la q se não nem eu me aguento...

segunda-feira, 4 de maio de 2009

a Garota da rosa vermelha, você a conhece??


John Braga levantou do banco, endireitando a jaqueta de seu uniforme e observou as pessoas fazendo seu caminho através da Grand Central Station. Ele procurou pela garota cujo coração ele conhecia mas o rosto não; a garota com a rosa vermelha ao rosto. Seu interesse por ela havia começado dois meses antes, numa livraria da Florida. Tirando um livro da prateleira, ele se pegou intrigado, não com as palavras do livro, mas com as notas feitas á lápis nas margens. A escrita suave refletia uma alma profunda e uma mente cheia de brilho. Na frente do livro, ele descobriu o nome do primeiro proprietário: Srta. Hollis B. Maynell. Com tempo e esforço ele localizou seu endereço. Ela vivia em New York City. Ele escreveu a ela uma carta, apresentando-se convidando-a corresponder-se com ele. Na semana seguinte ele embarcou num navio para servir na II Guerra Mundial. Durante o ano seguinte, mês a mês eles desenvolveram o conhecimento um do outro através de suas cartas. Cada carta era uma semente caindo num coração fértil. Um romance de companheirismo. Braga pediu uma fotografia, mas ela recusou. Ela queria que ele realmente se importasse com ela, não importando como ela era, ou sua aparência. Quando finalmente chegou o dia em que ele retornou da Europa, eles marcaram seu primeiro encontro - 7:00 da noite na Grand Central Station em New York. "Você me reconhecerá", ela escreveu, "pela rosa vermelha que estarei usando na lapela". Então, ás 7:00 ele estava na estação, procurando por uma garota cujo coração ele amava, mas cuja face ele nunca havia visto. Vou deixar o Sr.Braga dizer-lhe o que aconteceu: "Uma jovem aproximou-se de mim. Sua figura era alta e magra. Seus cabelos castanhos curtos deixavam seus ombros nús,revelando uma sutil sensualidade, seus olhos eram negros como a noite. Sua boca era pequena e seus lábios carnudos, e seu queixo tinha uma firmeza delicada. Seu traje verde pálido era como se a primavera tivesse chegado. Eu me dirigi a ela, inteiramente esquecido de perceber que ela não esta usando uma rosa. Como eu me movi em sua direção, um pequeno, provocativo sorriso, curvou seus lábios. "Indo para o mesmo lugar que eu marinheiro?", ela murmurou. Quase incontrolavelmente dei um passo pra junto dela, e então eu vi Hollis B. Maynell. Ela estava parada quase que exatamente atrás da garota. Uma mulher já passada dos 50 anos, ela tinha seus cabelos grisalhos enrolados num coque sobre um chapéu gasto. Ela era mais que gorducha, seus pés compactos confiavam em sapatos de saltos baixos. A garota de verde seguiu seu caminho rapidamente. Eu me senti como se tivesse sido dividido em dois, tão forte era meu desejo de segui-la e tão profunda era o desejo por aquela mulher cujo espirito verdadeiramente me acompanhara e me sustentara através de todos as minhas atribulações. E então ela parou. Sua face pálida e gorducha era delicada e sensível, seus olhos cinzas tinham um calor e simpatia cintilantes. Eu não hesitei. Meus dedos seguraram a pequena e gasta capa de couro azul do livro que a identificou para mim. Isto podia não ser amor, mas poderia ser algo precioso, talvez mais que amor, uma amizade pela qual eu seria para sempre cheio de gratidão. Eu inclinei meus ombros, cumprimentei-a mostrando o livro para ela, ainda pensando, enquanto falava, na amargura do meu desapontamento. "Sou o Tenente John Braga, e você deve ser a Srta. B. Maynell. Estou muito feliz que tenha podido me encontrar, Posso lhe oferecer um jantar?" O rosto da mulher abriu-se num tolerante sorriso. "Eu não sei o que está acontecendo", ela respondeu, "aquela jovem de vestido verde que acabou de passar me pediu para colocar esta rosa no casaco. E ela disse que se você me convidasse pra jantar, eu deveria lhe dizer que ela está esperando por você no restaurante da esquina. E ela disse que isso era um tipo de "TESTE"! Não parece difícil, pra mim, compreender e admirar a sabedoria da Srta. B. Maynell. A verdadeira natureza do coração de uma pessoa é vista na maneira como ela responde ao que não é atraente!!